Segunda-feira, 5 de Março de 2007

Fim de actividades?

Hoje, 5 de Março de 2007, terminamos as nossas actividades no blogue no âmbito do Sapo Challenge 2007.

Ao longo destas semanas, tivemos a oportunidade de conhecer melhor um autor e uma obra em que as vivências e a cultura da nossa região estão bem presentes. Foi uma actividade interessante, trabalhar e conhecer um livro através de um blogue...



Sentimos um grande envolvimento tanto do grupo (25 posts) como dos leitores (83 comentários). A todos os que nos foram dando apoio e sugestões, o nosso agradecimento.

 

Hoje, 5 de Março de 2007, começa, na nossa escola, a Semana da leitura 2007.
Neste âmbito, o autor Carlos Paixão estará na biblioteca da escola, a partir das 16:30, para conversar com os alunos e connosco acerca desta experiência de tratamento do seu livro recorrendo às novas tecnologias.

Assim, embora as actividades no âmbito do Sapo Challenge 2007 terminem com este post, o blogue não termina.

Contamos continuar esta aventura e disponibilizar, mais tarde, um relato do encontro de hoje.

Este autor, Carlos Paixão, já esteve presente na nossa escola há alguns anos, tal como reportámos aqui. Nessa altura, o professor Carlos Cruchinho gravou os depoimentos do autor, que nós tivemos o cuidado, nos últimos dias, de converter para formato áudio digital. Face ao tamanho dos ficheiros, não os disponibilizamos directamente aqui, uma vez que as experiências efectuadas revelaram que o blogue se tornava muito lento no carregamento dos elementos multimédia. Mas, para os curiosos e entusiastas, poderão encontrar os ficheiros áudio neste sítio.


Gostaríamos, por fim, de saber o que acharam do nosso blogue. Críticas, sugestões e elogios são bem-vindos, nos comentários a este post.

Até breve.


 





 

estado de espírito: uffff!!!!

publicado por demos às 11:29
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Jogos tradicionais - recolha

    Resolvemos fazer uma mini-entrevista à avó do Ricardo, para ela nos falar de algumas das suas brincadeiras de infância, quando ainda não havia televisão e computadores.
    Ela fala-nos de três jogos: a malha, o bom barqueiro e as pedrinhas.


Bom Barqueiro



Jogo da Malha



Jogo da pedrinhas




publicado por demos às 10:02
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Domingo, 4 de Março de 2007

Semana da Leitura 2007

     Vai decorrer, durante a semana de 5 a 9 de Março de 2007, a Semana de Leitura. A nossa escola tem diversas actividades ao longo da semana.

     Uma dessas actividades está relacionada com o trabalho que fomos apresentando ao longo das últimas semanas neste blogue. Às 16 horas e trinta minutos, um dos autores do livro"Dias de Fazer", Carlos Paixão, estará presente na biblioteca da escola para falar sobre a sua actividade literária.  Nesse âmbito, teremos também a oportunidade de apresentar o nosso blogue a quem ainda não o conhece.


publicado por demos às 20:04
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Sábado, 3 de Março de 2007

Machadada nas Férias

No conto machadada nas férias existiam dois amigos inseparáveis: o Afonso e o Fernando. Nas suas férias eles inventavam e praticavam vários jogos que agora quase ninguém joga como o jogo do pião, o jogo dos cowboys e as corridas de arcos.

O Afonso era um rapazinho muito esperto e inteligente na escola e era ele que ensinava o seu grande amigo Fernando. Mas fora dela era Fernando o mestre em tudo, como nas fisgadas aos pássaros, nos jogos tradicionais e a nadar, o que causava inveja ao seu amigo.


Um dia, ao fim de terem ido nadar para o poço do penedo, os dois amigos envolveram-se numa pequena briga com o “Sapateiro” e com o “Narciso” dois rapazes, da idade deles, com os puais não se davam muito bem. Nessa briga os dois amigos até se safaram e deram quanto quiseram aos seus rivais.


    Na manhã seguinte, o Fernando foi chamar o Afonso para irem fazer uma corrida de barquinhos que estava marcada desde o dia anterior. Logo começaram a fazer os barquinhos de madeira com a machada do Afonso, que como era o dono, era ele que ia manusear a machada! No meio da fabricação dos barcos o Afonso não segura bem a machada e esta cai fulminante no tronco e corta a ponta do dedo do Fernando. Com as dores o Fernando foge a gritar e vai ter com a sua mãe, esta pede para que o levem ao hospital.


No meio da algazarra chega a Amélia, a mãe do Narciso, a contar a briga que Afonso teve no dia anterior, e logo de imediato a mãe de Afonso dá-lhe umas valentes chapadas.

Apesar dos males todos que tinha feito nada o incomodava a não ser o seu amigo Fernando não estar lá para fazerem as brincadeiras que tinham combinado.

estado de espírito:

publicado por demos às 14:45
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Quinta-feira, 1 de Março de 2007

Brincadeiras de infância

Após a leitura do conto "machadada nas férias", resolvemos recordar como passávamos o nosso tempo quando éramos mais novos.
estado de espírito: A recordar os velhos tempos!

publicado por demos às 12:51
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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007

Jogos Tradicionais

    No conto “Machadada nas Férias”, os dois protagonistas ocupam o tempo livre com diversos jogos que já não se praticam muito nos nossos dias. Fomos falar com os nossos avós para saber como ocupavam eles o tempo livre quando eram miúdos.
    Como antigamente não existiam os meios de entretenimento que temos hoje em dia, as crianças tinham vários jogos para jogar que se tornaram jogos tradicionais. No entanto, agora, com o desenvolvimento da tecnologia, já ninguém os pratica.
    Nos tempos que correm, as crianças só pensam em jogar computador e ver televisão, ir à net. Antigamente, não existiam estas tecnologias.
    No passado, as crianças divertiam-se de forma diferente. Mesmo agora, alguns dos jogos ainda são conhecidos e os mais novos ainda jogam, como é o caso das escondidas, da cabra cega, da corda e a apanhada, entre outros.
    Mas havia outros jogos que só os nossos pais ou os nossos avós é que se lembram. O jogo das pedrinhas, o da corda queimada, o jogo do “Bom Barqueiro” e o jogo dos “pauzinhos” são jogos que hoje em dia não se praticam e só as pessoas mais idosas como os nossos avós é que se recordam como eram. A maioria destes jogos eram praticados durante o intervalo na escola e aos domingos. Quando não havia nada para fazer, os mais jovens podiam brincar.
estado de espírito: Está calor!!!

publicado por demos às 16:35
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Sábado, 24 de Fevereiro de 2007

Vinte e cinco tostões - parte 2

No dia 13 de Fevereiro, lançámos aqui um desafio acerca do conto "Vinte e cinco tostões". Queríamos saber como era uma moeda de 25 tostões.

A professora Ana Silveira acedeu ao nosso pedido e enviou-nos algumas fotos de moedas do tempo dos escudos.

Esta é a de vinte e cinco tostões - dois escudos e cinquenta centavos. Tal como refere no conto, é prateada, pelo que deveria brilhar ao sol, e, numa das faces, tem uma caravela.


Para além desta moeda, também recebemos fotos de outras moedas.

dez centavos Dez centavos.

Dez centavos.


Vinte centavos.


Cinquenta centavos.

Um escudo.

publicado por demos às 20:09
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007

Reportagem sobre o autor Carlos Paixão

    Há 6 anos atrás, um dos autores do livro "Dias de Fazer", Carlos Paixão,  esteve na nossa escola, a pedido do professor Carlos Cruchinho, para uma entrevista com alguns alunos dos quinto e sexto anos. Nessa entrevista o autor falava de alguns trabalhos que tinha feito, mais propriamente do livro “Dias de fazer”, sobre a escrita, e se ele gostava de escrever. A esta última, o autor afirma que tem um grande gosto pela escrita, e que esse gosto é uma consequência do seu gosto pela leitura. Carlos Paixão informa que quando tinha a nossa idade, gostava de ler livros de Banda Desenhada sobre Cowboys, que comprava com o seu irmão quando Imagem1-Carlos Paixão    arranjavam alguns “trocos”.
    O seu primeiro livro foi “Os caminhos do pão”, escrito em 1991 e 1992, e editado em 1995. Livro que fala dos diversos processos de fazer o pão.


   
As histórias do livro "Dias de Fazer" são inspiradas em situações verídicas, que têm como espaço a sua aldeia (Carapito - Aguiar da Beira). Algumas personagens são também personagens reais, e as acções são baseadas em acontecimentos verdadeiros. No entanto, como refere o autor, é preciso inventar determinadas “fantasias” para acrescentar aos textos.     Os contos que encontramos na obra fazem lembrar ambientes tradicionais e as temáticas recordam facilmente os contos populares. Porém, o autor não considera os contos como tradicionais, mas sim, contos originais que retratam temas do dia-a-dia das regiões rurais. São ambientes reais e imaginários de um tempo distante, localizado na infância dos autores.

    Este livro demorou por volta de um ano a ser concebido. Alguns contos já tinham sido escritos por Tó Zé Paixão, todos os outros foram escritos no tempo de um ano, até à publicação do livro. Questionado sobre o tempo que demora a escrever um livro, Carlos Paixão responde que não não se pode determinar um tempo certo para a escritura de um livro, pois isso depende do género de livro, de eventuais problemas técnicos que possam acontecer… É curioso saber que o autor afirma que só escreve quando lhe apetece, e não por o mandarem escrever. Para ele, escrever é um passatempo, e isso também pode ser um factor de atraso para o tempo que demora escrever um livro.
    Carlos Paixão confessa diz que um dos anos mais felizes da sua vida foi o ano de 1999, com a publicação do livro “Dias de fazer”. Ele não esperava que o livro fosse um sucesso tão grande, pois havia muita gente a falar sobre ele e a escrever bem sobre ele, e foi também este livro que o autor gostou mais de escrever. Para criar as personagens do livro, o autor inspirou-se nos seus amigos, nos melhores e nos piores, no livro há histórias em que o autor utiliza grande amigos seus dos tempos de escola, por exemplo o Jeirinhas, que era o seu colega de carteira, e o Luís Piranga (a que o autor curtou uma vez um dedo, e um dos seus contos fala sobre esse episódio).
    Retomando as palavras de Francisco Cruz, no prefácio de "Dias de Fazer", as histórias têm um "carácter universalista", embora a sua localização temporal e espacial esteja mais ou menos definida. Para as novas gerações, além do prazer que a leitura destes textos proporciona, é interessante ficar a conhecer modos de viver e tradições de outros tempos.

Fontes:
Entrevista com o Autor - demos9a.mypodcast.com
Livro "Dias de Fazer"
Fotos: http://www.palimage.pt/autores/aut57.jpg
http://img340.imageshack.us/img340/2274/carapitoaguiardabeiraigxz9.jpg
estado de espírito:

publicado por demos às 20:59
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

(Continuar a) Ser criança

O livro "Dias de Fazer" é dirigido a crianças, como se pode ler no prefácio. É bom ser criança.

Um desafio (mais um....) aos nossos visitantes e leitores: o que é ser criança? E qual será a palavra-chave deste poema?

Aquarela

Toquinho

Composição: Toquinho/Vinicius de Moraes

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul

Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando,
é tanto céu e mar num beijo azul

Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
e se a gente quiser ele vai pousar

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo

Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar

Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida,
depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá)


publicado por demos às 20:21
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Já voltámos de Madrid!!!

    Como já devem ter reparado, já voltamos de Espanha e começámos logo a blogar! Temos que recuperar o tempo perdido! Mas este tempo não foi gasto em vão. Madrid é uma cidade bué demoníaca! Nós andámos pelas ruas todas... Entrámos no Palácio Real, no Museu da Rainha Sofia e no ZOO Aquarium de Madrid. Vimos, por fora, o Museu do Prado, o Ministério da Agricultura, o Instituto Cervantes, andámos pela Plaza Maior, e mais uma carrada de coisas! É muito fixe! Vamos deixar aqui algumas fotografias para vocês verem:





Para verem mais fotos vâo às nossas Fotos no Sapo
estado de espírito: de volta ao challenge!!
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publicado por demos às 22:54
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